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domingo, 18 de julho de 2010

musica

Sere Nere

Ripenserai agli angeli
Al caffè caldo svegliandoti
Mentre passa distratta la notizia di noi due
Dicono che mi servirà
Se non uccide fortifica
Mentre passa distratta la tua voce alla tv
Tra la radio e il telefono risuonerà il tuo addio

Di sere nere
Che non c'è tempo
Non c'è spazio
E mai nessuno capirà
Puoi rimanere
Perché fa male male
Male da morire
Senza te
Senza te
Senza te

Ripenserei che non sei qua
Ma mi distrae la pubblicità
Tra gli orari ed il traffico lavoro e tu ci sei
Tra il balcone e il citofono ti dedico i miei guai

Di sere nere
Che non c'è tempo
Non c'è spazio
E mai nessuno capirà
Puoi rimanere
Perché fa male male
Male da morire
Senza te

Ho combattuto il silenzio parlandogli addosso
E levigato la tua assenza solo con le mie braccia
E più mi vorrai e meno mi vedrai
E meno mi vorrai e più sarò con te
E più mi vorrai e meno mi vedrai
E meno mi vorrai e più sarò con te
E più sarò con te, con te, con te
Lo giuro

Di sere nere
Che non c'è tempo
Non c'è spazio
E mai nessuno capirà
Puoi rimanere
Perché fa male male
Male da morire
Senza te
Senza te
Senza te
Senza te

Noites Escuras

Você pensará novamente nos anjos,
No café quente despertando você,
Enquanto passa distraída a notícia de nós dois.
Dizem que vai me servir pra alguma coisa,
Se não mata, fortifica.
Enquanto passa distraída a sua voz na TV,
Na rádio e o telefone ressoá o seu adeus.

De noites escuras
Que não há tempo,
Não há espaço
E ninguém nunca entenderá.
Você pode ficar aqui,
Porque faz mal, mal,
Mal de chegar a morrer
Sem você
Sem você
Sem você.

Eu pensarei novamente que você não está aqui,
Mas me distrai a publicidade.
Entre os horários e o tráfego trabalho e você está
Entre a varanda e o interfone, dedico a você meus problemas.

De noites escuras
Que não há tempo,
Não há espaço
E ninguém nunca entenderá.
Você pode ficar aqui,
Porque faz mal, mal,
Mal de chegar a morrer
Sem você.

Combati o silêncio falando por cima dele
E amenizei a sua ausência só com meus braços.
E mais você vai me querer e menos você me verá,
E menos você vai me querer e mais estarei com você.
E mais você vai me querer e menos você me verá,
E menos você vai me querer e mais estarei com você.
E mais estarei com você, com você, com você,
Eu juro.

De noites escuras
Que não há tempo,
Não há espaço
E ninguém nunca entenderá.
Você pode ficar,
Porque faz mal, mal,
Mal de morte
Sem você.
Sem você.
Sem você.
Sem você.

musica


Ne me quitte pas, Il faut oublier,
tout peut s'oublier qui s'enfuit deja.
Oublier le temps des malentendus
et le temps perdu a savoir comment.
Oublier ces heures qui tuaient parfois a coups de pourquoi
le coeur du bonheur
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Moi je t'offrirai, des perles de pluie venues de pays
ou il ne pleut pas
Je creusrai la terre jusqu'apres ma mort
pour couvrir ton corps d'or et de lumiere
Je f'rai un domain ou l'amour sera roi
ou l'amour sera loi ou tu sera reine.
Ne me quitte pas
Ne quitte pas
Ne me quitte pas Je t'inventerai
Des mots insensés que tu comprendras
Je te parlerai De ces amants-là
Qui ont vue deux fois Leurs coeurs s'embraser
Je te racontrain L'histoire de ce roi
Mort de n'avoir pas Pu te rencontrer
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
On a vu souvent Rejaillir le feu
De l'ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux Il est paraît-il
Des terres brûlées Donnant plus de blé Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir Ne s'épousent-ils pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas Je ne vais plus pleurer
Je ne vais plus parler Je me cacherai là
A te regarder Danser et sourire
Et à t'écouter Chanter et puis rire
Laisse-moi devenir L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main L'ombre de ton chien
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
(Edith Piaf)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Ridiculo

Já não se fazem pessoas como antigamente.

Acho que o problema é o Ibope, as pessoas tem que estar sempre na crista da onda.

Nem que pra isso, tenham que se ridicularizar.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Hino dos Malucos (Rita Lee)

Por favor, fiquem de pé para a execução do hino.

Nós, os malucos, vamos lutar
Pra nesse estado continuar
Nunca sensatos nem condizentes
Mas parecemos super contentes
Nossos neurônios são esquisitos
Por isso estamos sempre aflitos
Vamos incertos, Pelo caminho
Nos comportando estranhos no ninho
Quando a solução se encontra, um maluco é do contra
Mas se vai por lado errado, um maluco vai do lado
Malucos, a nossa vida é dar bandeira
ligando a luz da cabeceira,se a água pinga na torneira
Malucos, a nossa luta é abstrata
já que afundamos a fragata,
mas temos medo de barata
Nós, os malucos, temos um lema
Tudo na vida é um problema
Mas nunca tente nos acalmar
Pois um maluco pode surtar
Os nossos planos são absurdos
Tipo gritar no ouvido dos surdos
Mas todo mundo que é genial
Nunca é descrito como normal
Quando o papo se esgota,
um maluco é poliglota
Mas se todo mundo grita,
um maluco se irrita
Malucos, somos iguais a diferença
e todos temos uma crença:
seguir a lei jamais compensa
Malucos, somos a mola desse mundo,
mas nunca iremos muito a fundo
nesse dilema tão profundo
Malucos, a nossa vida é dar bandeira,
ligando a luz da cabeceira,se a água pinga na torneira
Malucos, a nossa luta é abstrata,
já que afundamos a fragata,
mas temos medo de barata

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Remorso

Um dia me perguntaram o que eu entendo sobre remorso.Pra mim, no momento, foi difícil dizer, já que tenho por definição deixar tal termo sofrer alteração de resposta de acordo com a perspectiva que esta sendo abordado.
Por exemplo, tenho remorso
Seria como dizer que tenho arrependimento de algo, de ter julgado de certa forma que agora me julgo incapaz de assumir ou entender tal perspectiva. Mas, se eu sofri algo que me deixou com remorso, acompleicionado a tal fato que me deixou remoçativo poderia dizer que isso não me acarreta arrependimento mas sim um tipo de aversão ao dito fato.
 Então seria como tomar um veneno querendo que o outro morra por efeito efêmero e disforme.  

"O hábito do vício atenua, mas nunca afoga inteiramente a voz dos remorsos."
( Edward Young )